terça-feira, 3 de junho de 2014

O dia depois que eu ví o tal Extraterrestre no telhado



O dia depois que eu ví o tal Extraterrestre no telhado

Nesse dia era a época das eleições para Prefeito e Vereadores da cidade de Fortaleza e devido à interdição eu estava impossibilitado de votar, eles me barraram mesmo com a minha identidade antiga, meu nome já estava automaticamente bloqueado. Fiquei muito frustrado por não poder votar. Meu candidado na época era o Heitor Férrer.

Naquela mesma noite tive um pesadelo em que recordei de algumas coisas que aconteceram naquele dia no período noturno. O pesadelo se resumia em quem fosse morrer e renascer como um telepata nesta vida era um dos destinos mais cruéis de todos. Daí eu quis que nem existisse a reencarnação porque era ruim demais. Ou seja, uma vida única. Quando eu estava abrindo os meus olhos aos pouquinhos para ver se tudo não passava de um sonho e eu estaria livre disso escutei aquela voz masculina horripilante, provocativa e cínica dizendo:


“Será?"

No dia seguinte, quando acordei no meio da noite eu escutei a voz de dois dubladores de São Paulo a Márcia Regina e o senhor Gilberto Baroli que recentemente criou coragem de entrar no Facebook, mas quando eu escutei isso ele ainda não estava lá naquela rede social. A Márcia é uma grande amiga minha, nunca a ví pessoalmente, apenas tinha contato com ela por meio dos seus trabalhos como dubladora, pelo Orkut e pelo Facebook, mas o senhor Gilberto Baroli eu tive a oportunidade de ver em duas palestras no SANA. Não falei diretamente com ele devido à minha timidez, mas assisti às palestras.

Naquela noite eu tinha pesquisado arquivos e textos na internet sobre a telepatia por intermédio de máquinas e alguns outros recursos. Pois bem, quando eu acordei no meio daquela noite ouvi a voz do Gilberto Baroli usando o seu Golpe “Outra Dimensão” repetidamente em mim depois ele começou a gritar os golpes “Explosão Galática” e “Outra Dimensão” ao mesmo tempo. Ele fazia a voz do principal vilão da primeira fase de Saint Seiya ou Cavaleiros do Zodíaco como é conhecido aqui no Brasil. O vilão em questão sofria de dupla personalidade e tinha uma parte boa e uma parte má, depois descobriu-se que na verdade ele estava possuído pelo Ares Deus da Guerra. Muito bem, eu pensei para por medo nas tais vozes contratacar com o meu pensamento mentalizado a voz do Seiya com um “Cometa de Pegasus”. Mentalizei, pensei e não saiu o golpe como o esperado pelo menos não no meu próprio pensamento. Então, a voz do Gilberto Baroli disse: “Ele tenta, mas não tem esse poder”. “Coitado, eu estou com pena do que fiz com ele e ele era o meu fã, o que eu digo à ele?” Depois eu escutei a voz da Márcia Regina dizendo:

“Nossa gente isso é muito legal, eu estou em todas, como é que se faz isso?”.
Depois escutei as vozes comuns que eu escuto dizendo:

“Ih, a Márcia desmaiou”.

Depois escutei como se o senhor Gilberto Baroli estivesse discursando com as pessoas lá de fora com um amplificador de som:

“Pessoal é muito bom estar aqui em Fortaleza, não pude trazer o meu filho aqui (o Hermes Baroli) mas, eu trouxe a Márcia Regina, aplausos para ela”.

Na manhã seguinte quando eu estava acordando escutei uma voz tipo robotizada, como se fosse um robô mesmo falando tipo o efeito que fazem para mascarar a voz de uma pessoa quando ela tem que prestar um depoimento numa reportagem de televisão, mas não quer ser identificada por motivos de segurança. Tipo o efeito que usaram para fazer a voz dos robôs sentinelas no primeiro desenho dos X-Men na década de 90. A voz parecia vir dessa vez do céu e dizia assim: “Atenção, atenção a Márcia Regina e o Gilberto Baroli estiveram aqui nessa cidade, mas não quero que ninguém saiba porque foi culpa minha”. E essa voz se repetia várias vezes dizendo sempre a mesma coisa naquele mesmo tom de voz robótico. Então, as vozes que ficam me acompanhando disseram assim:

“Coitado do ET ele está exausto”.


Aí eu perdi a minha paciência e tentei fazer um teste. Pensei com a voz da dubladora Sylvia Salustti que mora no Rio de Janeiro e falei assim no meu pensamento: “Bora galera, eu também gosto muito da Sylvia e estou usando a voz dela nos meus pensamentos, imitem aí com a voz dela se vocês têm esse poder de fazer isso com qualquer tipo de voz”. Aparentemente eles não conseguiram fazer essa voz da Sylvia Salustti com a qual eu tinha pensado e depois disso ficaram em silêncio e sumiram.

Daí qual é a conclusão que eu tiro? É difícil acreditar que no caso de doença o meu cérebro esteja agindo contra mim mesmo e a minha própria saúde, fazendo Bullying contra mim e aplicando peças em mim contra a minha própria vontade. A sensação que dá é que são pessoas com vontades e inteligências próprias e eles têm muita curiosidade quando eu estou navegando na internet e lá eles ficam comentando o que eu leio, escrevo, penso ou por onde eu estou navegando. Já quando estou assistindo televisão e não existe tanta interatividade como no caso do computador, eles nem ligam para o que eu estou assistindo e não fazem comentários.


Atualmente, eles dificilmente se manifestam com a mesma frequência e geralmente vem de noite por volta das 22:00h ou 23:00h quando eu estou nas Redes Sociais da internet ou então num blog por exemplo. Enfim, torna-se horrível essa sensação de estar sendo vigiado na internet por trás de um computador mesmo que seja só de noite. O pior é que mesmo com a cortina que fica atrás da minha sala e do computador fechada eles continuam a emitir os comentários deles e a ler os meus pensamentos. Menos mau que a frequencia diminuiu para sondagens no final do horário noturno. Já pensou se fosse o dia inteiro?

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