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quarta-feira, 27 de julho de 2016

As vozes disseram que jogaram ácido na minha cabeça.

Dia 26 de julho de 2016, quando eu estava fazendo o download de alguns filmes a voz do Marco Ribeiro estava dizendo assim:

"Esse filme Debi & Lóide foi o melhor filme do Jim Carrey e redublaram.”

"O filme de O Show de Truman está dessincronizado."

Lembrei que a voz dele disse para a voz da Miriam Ficher:

"O caso dele é uma mistura de O Show de Truman com O Nosso Lar."

Quando eu fui pegar o filme Debi & Lóide 2, lembrei do trailer em que ele dizia:

"O meu papai já morreu."

Lembrei que na época de 2015 a voz da Flávia Saddy disse que:

"Você está passando por isso porque é um debilóide."

Como se fossem fatos sincronizados.

Não fui ao cinema assistir ao filme Debi & Lóide 2 com muito medo na ocasião.

Então, a voz do Marco Ribeiro disse:

"Nesse filme ele pira!"

O começo é um sanatório parecendo onde eu me internei por duas vezes.



Depois que eu fui para o quarto, a voz dele passou ácido na minha cabeça:

"Isso aqui deve fazer a alma dele desaparecer."

A voz da Miriam Ficher falou:

"Mas, ele já está demente."

A voz da Silvia Goiabeira disse:

"Se ele souber porquê o Marco Ribeiro quer matar ele, o Wibson iria apoiar."





Senti perdendo os meus sentidos e ficando com a mente mais fraca.

Eles disseram que tinham colocado ácido na cabeça de um corpo em algum lugar para me torturar.

No dia seguinte, quando lembrei disso, um senhor de voz grossa falou:

"Aplica ácido mais diluído para ele não sofrer tanto."


Quando acordei no sábado, dia 30 de julho de 2016 as 6:00h, senti uma queimação muito grande na cabeça e uma mulher disse:

"Puta que o pariu, eu não acredito que ele ainda está vivo."

Ficaram morrendo de ódio e falando para uma terceira pessoa:

"Perdoa, perdoa."

Aí as mulheres que estavam com raiva fizeram a queimação ácida aparecer no meu pênis também como se fosse uma vingança.


Aí eu compreendi que se eu não fizer nada eles realmente vão me matar.

segunda-feira, 7 de março de 2016

24 de dezembro de 2015, o Natal de 2015

Na noite do dia 24 de dezembro de 2015 e a madrugada de 25 e dezembro de 2015, eu fui torturado covardemente com eletrochoques na nuca e na parte esquerda da cabeça, além disso senti uma dor MUITO grande na garganta, como se fosse uma adaga ou uma faca cortando ela. Eles disseram que seria uma espécie de "facada ou adagada espiritual".

Pela tarde, escutei a voz da dubladora de São Paulo Márcia Regina cantando com a voz da Misty do anime infantil Pokémon telepaticamente a música:

"Bate o sino, pequenino...sino de Belém..."

Eles chamavam a Márcia Regina de "Regina" e depois ela ficou morrendo de ódio e falou telepaticamente:

"Eu quero sair daqui logo, viu? Deixa eu sair!"


Dessa vez a Márcia Regina estava usando a voz normal dela.



Escutei a voz dos dubladores Paulo Porto e Mauro Eduardo lá de São Paulo também. O Mauro Eduardo fez a voz do vilão do anime Shurato dele chamado Gai Kuroki, se não me engano, ele falou telepaticamente assim:

"Vento cortante do Lobo diabólico!"

Quando meu irmão saiu do quarto dele e foi para a sala, a voz do Mauro Eduardo disse:

"Mata!"




A voz do dublador Paulo Porto falou telepaticamente assim:

"Eu vou ter que eletrocutar esse rapaz na cabeça é? Mas, eu gosto dele."

Aí eu comecei a sentir o eletrochoque na nuca e parecia ser a dor de um tiro.




Quando eu fui jantar, escutei a voz da dubladora Fátima Noya que dubla em São Paulo falando telepaticamente:

"Tem Peru!"

"Droga, porque eu fui criar tantos Kikis?"

Ela usava a voz normal dela, a voz de dublagem, a voz de estúdio, a voz do Kiki dos Cavaleiros do Zodíaco e a voz do Gohan criança de Dragon Ball Z.


A voz da Fátima Noya falou telepaticamente:

"Ele acreditou no meu Shin Chan, ele acreditou na minha Ranko, ele acreditou na minha Sango, ele acreditou no meu Gohan, ele acreditou no meu Kiki, ele acreditou na minha Chun-Li, ele acreditou no meu Senninha."

 



Senti eletrochoques na cabeça quando acabou a comida e fui dormir e escutei a voz da dubladora do Rio de Janeiro chamada Flávia Saddy falando telepaticamente:

"Não dorme com a cabeça virada para a esquerda que é pior."

Na madrugada do dia 25 de dezembro de 2015, eu escutei a voz do dublador Mauro Eduardo falando sobre a irmã dele Márcia Regina:

"A Márcia estava morrendo de ódio, ela só queria pirar ele e não matar."

Aí a voz da dubladora Flávia Saddy do Rio de Janeiro falou telepaticamente:

"Pira complô, pira complô! Brinca com esse cara..."


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Pedro Bial e duas crianças dando um choque no meu coração



Eu estava acordando de noite depois de uma insônia danada e de repente pensei na voz do Pedro Bial, ele acordou meio zonzo e começou a me sondar. Aí eu me perguntei:

“Será que esse Pedro Bial é um alienígena? Ele aparece sempre que eu lembro dele.”

Aí a voz do Pedro Bial falou:

“Tarde demais para perceber isso.”

E aí eu senti um choque no meu coração, como se energia elétrica estivesse passando por ele. As vozes de duas meninas estranhas e cruéis ficaram falando:

“O Wibson se fodeu, o Pedro Bial se fodeu!”

Aí eu senti que como se estivessem mexendo na minha pele e eu estivesse recebendo mini-choques na cama. Meu ventilador começou a girar com uma velocidade mais rápida como se estivesse desregulado ou correndo mais energia. Fiquei inerte e fraco até as 12:00h quando o meu relógio tocou e fui almoçar.

Tentei contar para meu pai e minha mãe e os dois não quiseram me escutar. Minha mãe ainda escutou depois, mas meu pai se escondeu, não sei se por medo ou descaso.

sábado, 4 de julho de 2015

04 de julho de 2015: Levei choques no corpo



Nesse dia eu estava dormindo tranquilamente quando passou o Treino para o GP da Inglaterra de Fórmula 1. Então, quando fui almoçar e descansar e comecei a ouvir vozes vindo da janela e a sentir choques por todo o corpo como se tivessem fios amarrados neles. Mudei para a cama do meu pai, mas os choques continuaram. Estava ficando muito aflito e elas suspenderam por enquanto os choques, eu pensei que elas iriam aumentar a potência e eu iria morrer lá na cama mesmo.

Fiquei morrendo de medo e no momento que eu fui digitar isso aqui, elas ficaram prestando atenção em tudo o que eu digitava.